
Algumas diretoras disseram “Não” para mim, e sempre comecei do zero. Muitas
pessoas foram essenciais, se deixaram ser conduzidas por Deus para me dar toques que iriam ajudá-lo a ser quem ele é agora. Não posso esquecer da diretora do Pingüinho de Gente –Maria Lúcia e sua professora Raquel, que não mediram esforços para oferecer ao Aristides tudo que precisava. Depois, na escola regular do nosso bairro, o anjo importante foi Maria Edméia e, logo em seguida, a diretora do CCEM Miralda e seus funcionários, e, mais adiante, na Faculdade a diretora Irmã Cristina. Veja se não foram anjos na nossa vida.
Nunca poderei dizer que Deus não existe. Para o êxito de tudo isso, encontrei um padre sensível, Padre Marino, onde conseguimos um computador da Holanda; aqui no Brasil não consegui. Hoje Aristides, como seus irmãos, são as pedras preciosas que Deus nos deu. Somos uma família como tantas outras. Temos nossas dificuldades, mas, com certeza, temos muito mais vitórias para comemorar. E, no meio de tudo isso, ainda tivemos a graça de agradecer a Deus por tudo isso adotando um filho, Rafael, nome de anjo. Se você que não leu o livro de Tobias, na Bíblia, não perca tempo e verá a história se repetindo.
Obrigada equipe de trabalho, na pessoa de Fernando, que me proporcionou esse
depoimento, para que pessoas possam, através deste depoimento, seguir em frente.
“Tudo vale a pena se a alma não é pequena”.
Lúcia Donzelis Vianna.